Não me julgue por ser hoje completamente o oposto de ontem. Ontem eu amava demais, me importava demais, sonhava demais, acreditava demais. Tudo demais. E o que foi demais, sobrou pra você, não correspondia, não demonstrava, me ignorava. Agora se hoje não me importo, não demonstro, se deixei de ir atrás de você, não reclame. Atitudes de ontem, consequências de amanhã !
sábado, 22 de setembro de 2012
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Não espere que ele seja perfeito, que agrade seus pais, que tenha sempre dinheiro e compre presentes pra você toda vez que for uma data especial. Que ele seja sempre educado, que não xingue perto de você, e que não te zoe quando te ver descabelado. Amor não é só aquela coisa linda, sensível, transparente, que faz cosquinha na barriga. Amor num é simplesmente amar. É respeitar, cuidar, admirar, proteger, brincar, se divertir, beijar e todos os outros verbos gostosos que tem por aí.
fica dica #
fica dica #
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Eu tenho saudade do tempo que eu ia tomar banho e gritava: “Mãe, é pra lavar o cabelo?”, do tempo que eu só tinha levantar cedo pra assistir meus desenhos com minha coberta no sofá, minha mãe gritava: “Vem comer, senão vai esfriar”, ela dizia que se eu fosse um bom menino no natal eu ganharia um presente de um tal de papai noel. Eu não me preocupava com gente falsa porque meus amigos imaginários eram os melhores. Nesse tempo a maior dor que eu já tive era os joelhos ralados ou quando eu arrancava a tampa do dedão correndo por ai, sempre tinha aquele amigo que na hora que a mãe tava indo embora a brincadeira ficava legal e eu não queria ir. Crianças de hoje tem tanta pressa de crescer rápido pra ficarem adolescente pra que véi? Ser adolescente é uma merda é cheio de sentimentos e espinhas.
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém... E poder ter a
absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os
olhos, que faço falta quando não estou por perto.
Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho... Que me veja como um ser humano completo,que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento... E não brinque com ele.
E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo.
Espero não está errado, mas acho que já te encontrei...
Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho... Que me veja como um ser humano completo,que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento... E não brinque com ele.
E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo.
Espero não está errado, mas acho que já te encontrei...
terça-feira, 11 de setembro de 2012
O sucesso de um namoro
exige mais do que declarações românticas.
Entre duas pessoas que resolvem se relacionar,
tem que haver muito mais do que amor,
e às vezes nem necessita de um amor tão intenso.
É preciso que haja, antes de mais nada, respeito.
Agressões zero. Disposição para ouvir argumentos alheios.
Alguma paciência... Amor, só, não basta.
exige mais do que declarações românticas.
Entre duas pessoas que resolvem se relacionar,
tem que haver muito mais do que amor,
e às vezes nem necessita de um amor tão intenso.
É preciso que haja, antes de mais nada, respeito.
Agressões zero. Disposição para ouvir argumentos alheios.
Alguma paciência... Amor, só, não basta.
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
Tenho que me privar de sensação?
Lá vem um sentimento
Eu corro do sentimento
E busco pela droga
Não posso tolerar esse sentimento
Prefiro estar voando
E confortavelmente entorpecido
Eu me sinto ansioso Me sinto nervoso
Estou vencido prefiro estar fora de mim
Eu estou sozinho Tenho fome e não amor
Me sinto com raiva Estou pálido, preciso de um abraço...
Eu estou sozinho Tenho fome e não amor
Me sinto com raiva Estou pálido, preciso de um abraço...
Se você estiver ocupado demais para me ligar, eu vou entender. Se você não tiver tempo para me mandar mensagens, eu vou entender. Se você tiver fazendo algo mais importante e não puder me ver, eu vou entender. Se você fingir que não está nem ai pros meus sentimentos e continuar me ignorando, eu vou entender. Se você continuar desperdiçando seu tempo de vida com coisas fúteis, eu vou entender. Mas se eu parar de te procurar, aí é a sua vez de me entender.
Ninguém precisa de um amor que machuque, quando estiver sofrendo por alguém, apaixone-se por outro alguém que completará o vazio de dentro de você, comece por alguém que conhece você, sabe de todos seus sentimentos, conhece cada defeito, e assume quem você seja.
Se apaixone por você mesmo, se ame, só assim poderá encontrar alguém que possa lhe dar o amor que você realmente merece.
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
sábado, 1 de setembro de 2012
Me ame como eu te amo!
Ele é uma pessoa apaixonada. O coração palpita, o olhar se prende, as palavras se perdem. Sim, ele ama.
O problema de nosso protagonista é que ele já tinha marcas desse sentimento não-correspondido.
Seu novo amado era do tipo "machão", daquele tipo popular que meninas suspiravam e meninos se espelhavam.
"Não, não quero ser igual a você - Quero você".
No início de mais um ano letivo, nosso herói resolveu se assumir para sua sala. Ele é bissexual.
E antes que ele pudesse se surpreender com a recepção positiva dos colegas, quem mais lhe chamou a atenção foi seu amado, que resolveu se aproximar dele.
Nas férias daquele novo ano, nosso protagonista chamou uma galera pra passar um final de semana na praia - e lógico, chamou o amado também.
Não aguentando mais conviver com aquele sentimento, ele contou toda a verdade pro amado.
O sentimento não foi retribuído, o amado queria ser apenas amigo.
Apelando para que o tempo agisse mais uma vez como remédio pra dor, nosso protagonista deixou os meses passarem e aceitou conviver com essa amizade. Melhor tê-lo como amigo do que não tê-lo, será?
No início deste ano, ele chamou mais uma vez os amigos para um fim de semana na praia. Desta vez, foram apenas ele, um amigo e o amado.
Entre conversas e bebidas, o amado queria ser pegador e ele aderiu à ideia.
Mas, o excesso de bebidas fez com que o amado passasse mal e todos voltaram pra casa.
Na casa de praia, o amigo ficou num quarto de solteiro e ele e o amado ficaram num quarto de casal - Eis o destino com sua ação proposital.
E o amado, que queria ser amigo, desta vez queria amor.
Tudo começou com insinuações. Eram olhares, toques, afetos. Aconteceu.
Era um amor quente, uma ação proibida, o íntimo de dois.
Mas, no dia seguinte, o amado voltou a ser amigo e de nada se lembrou.
Hoje, eles são amigos.
Alguns dizem que o amado é gay, outros dizem que ele apenas vê o nosso protagonista como irmão.
O fato é que tudo aconteceu, tudo existe.
Hoje, fica o apelo de uma história mal resolvida, de um amor que existe e está sem resposta:
"Não, não me trate como amigo, nem me chame de irmão. Me ame".
A opressão que mata gays aqui e no Irã
Por que? Não há como ver a foto acima e não se perguntar o que leva um ser humano, atropelando qualquer resquício de benevolência, tirar a vida de outro ser humano simplesmente pelo fato de esse outro ser homossexual? Supostamente em defesa de valores um tanto ultrapassados, humilha-se, discrimina-se e mata-se. Dizem que fazem isso abençoados por um deus soberano, senhor da razão e da sabedoria. Quantas lágrimas são necessárias para fazer valer uma ideia, não é mesmo? Se deus existe, estou certo de que ele deve ter vergonha de quem, em seu nome, tira o direito do outro de viver. Mas vamos aos fatos. A imagem é só uma das dezenas que circulam na internet mostrando o fim trágico a que estão sujeitos os iranianos homossexuais. Lá, gays são enforcados em público a fim de que sirvam de exemplo. São os bons costumes daquele país, governado por uma teocracia islâmica.
Imagino, com tristeza e vergonha, a cena: o rapaz, na flor da sua juventude, descobrindo-se homossexual. Num belo dia, é pego em flagrante beijando outro homem. Algum tempo depois, os dois estão lá, no alto de guindastes, com cordas em seus pescoços. Sem vida, sem dignidade. Longe, quem sabe, talvez uma mãe chore e lamente o destino doloroso do seu filho. Outros gays, vendo aquilo, talvez se desencorajem de serem quem são e optem por esconder no fundo do armário o sonho de serem felizes.
É, amigos, mas se vocês pensam que a opressão é um inimigo distante, está enganado. No Brasil, é claro, não vivemos tempos de opressão como aqueles vividos em terras iranianas. Mas aqui, assim como lá, a homofobia continua matando. São tantos casos, de Norte a Sul, de homossexuais enforcados, esfaqueados, degolados ou que se livram da dor da rejeição optando pelo suicídio. Milhares de brasileiros gays perdem a vida por serem gays. Até ontem era manchete em todos os jornais os ataques sofridos por homossexuais em ambientes públicos. Chegamos ao cúmulo de um pai e um filho serem atacados por que demonstraram afeto um pelo outro.
Não faz muito tempo soube de uma história absurda. Um jovem, com pouco mais de 15 anos, foi expulso de casa depois de se assumir gay. Em seu corpo, haviam marcas de facão. O pai dele tentou matá-lo quando soube da orientação sexual do filho. Ou seja, não lhe bastou expulsá-lo do lar, era preciso dá-lhe uma surra. Não acho oportuno nesse texto discutir a necessidade de termos uma lei para criminalizar a homofobia em âmbito nacional. Isso é assunto para outra hora. O que quero é deixar claro para quem lê esse texto que não dá para entender como num país como o Brasil, democrático, laico, republicano, o ódio ainda esteja por trás de tantos crimes.
É certo que por conveniência ou puro preconceito, seja difícil reconhecer a sanguinolenta marcha do horror em terras brasileiras. Mas o fato é que provavelmente enquanto você ler esse texto, alguém é ferido, seja verbal, moral ou fisicamente. Temos a opção de nos fazer de cegos, fingindo que os tempos cruéis fazem parte do passado, ignorando os guindastes que foram montados em frente a nossa casa. Ou podemos escolher fazer a diferença, reconhecendo o problema e buscando, apoiando, sugerindo soluções para ele. Quem sabe assim, muitas cordas sejam afrouxadas, permitindo que haja vida e vida em abundância.
Hoje veio uma criança parou do meu lado brincando com uma vareta, me perguntou:
- O que é o amor? eu parei e fiquei tentando buscar algo que pudesse explicar o que significava o amor... Fiquei um tempo com a cabeça abaixada, e quando finalmente tinha achado a resposta, olhei para o lado e a criança já tinha ido embora. Mas na terra, tinha um recado escrito com a vareta que dizia assim:
"Isso que é o amor, se você demora para corresponder, ele simplesmente desaparece!"
- O que é o amor? eu parei e fiquei tentando buscar algo que pudesse explicar o que significava o amor... Fiquei um tempo com a cabeça abaixada, e quando finalmente tinha achado a resposta, olhei para o lado e a criança já tinha ido embora. Mas na terra, tinha um recado escrito com a vareta que dizia assim:
"Isso que é o amor, se você demora para corresponder, ele simplesmente desaparece!"
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
terça-feira, 28 de agosto de 2012
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Pensando, eu me lembro Daquele tempo em que eu nem pensava no amor Eu era livre de um sentimento Que hoje é o principal motivo da minha dor E eu não entendo como pode ser assim Consome tudo, que eu guardei dentro de mim Então me rendo, e não condeno o coração Que hoje chora por não ver mais solução.
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